segunda-feira, 6 de agosto de 2007

O rio

Ser como o rio que deflui
Silencioso dentro da noite.
Não temer as trevas da noite.
Se há estrelas no céu, refleti-las.
E se os céus se pejam de nuvens,
Como o rio as nuvens são água,
Refleti-las também sem mágoa
Nas profundidades tranquilas.

Manuel Bandeira (1948)

Um comentário:

Aleta Dreves disse...

to gostando de ver "Panpan" tu aflorou mesmo ... amei o poema, aliás Manuel Bandeira me lembra a "minha infância querida" sempre recitava os poemas dele em concursos de poesia, o qual mais gosto chama-se "Estrela"... beijos e boa semana!