Valeu todo mundo - quem trabalhou, quem frequentou, quem se alimentou, se abasteceu ou quem só passou pra dar uma olhada. Foi uma experiência intensa e fina - um presente. Daqueles que só o Mestre e a nossa Madrinha sabem nos dar. Estou eterna agradecida.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Orgânicos no Arraiá do Alto Santo
Valeu todo mundo - quem trabalhou, quem frequentou, quem se alimentou, se abasteceu ou quem só passou pra dar uma olhada. Foi uma experiência intensa e fina - um presente. Daqueles que só o Mestre e a nossa Madrinha sabem nos dar. Estou eterna agradecida.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Sobre onças e pinguins
Duas matérias hoje nos jornais despertaram minha atenção, e deixaram-me, uma e/ou outra, chocada, passada, comovida, pensativa. A primeira é sobre a penalização de uma proprietária de fazenda no Pantanal Matogrossense que promovia safaris para turistas estrangeiros, tendo como alvo preferencial onças, pintadas e pardas. A dita senhora, que atende pelo irônico nome de Beatriz Rondon, parece que já chegou, em algum momento, a ser premiada como defensora das mesmas onças caçadas em sua fazenda. Vai entender. Coisas de Mato Grosso, acho. Foram três multas em um mês na fazendeira reincidente, totalizando ridículos R$ 230 mil para quem, segundo a matéria, cobrava US$ 30 mil dos turistas interessados em matar onças. Agora me diga: qual a graça disso? Matar onças... Só pode ser uma perversão do nosso melhor e mais valoroso bom senso.
Outra matéria é sobre os pinguins, esses nossos amigos de casaca que estão, como outros animais dos pólos, sofrendo com o aquecimento do planeta. Pois bem, os conhecidos como pinguins-adélia, que acho que são uns pequenininhos super-simpáticos, estão desaparecendo da Penísula Antártica porque as rochas onde punham seus ovos agora ficam cobertas pela neve que se precipita em maior quantidade. Então não tem mais como fazer os ninhos. E a outra péssima notícia é sobre os Imperadores, aqueles d'A Marcha dos Pinguins (que não viu este filme, ou não conhece a valentia desses seres, precisa se atualizar!), que desapareceram da região. Uma única colônia que tinha por ali, sumiu. Para onde foram eles? Refugiados ambientais, drama de muitas populações humanas.
Mas hoje quiz mesmo é falar dos animais, que estão vivendo suas vidas e sendo afetados dramaticamente pela nossa. Eles não nos acusam, não apontam seus dedos para nós, não nos xingam, nem ficam por aí se queixando, ressentidos. Não sei muito bem o que eles fazem, ou como designar o que fazem. A vida quer viver, eles vivem. E se não dá mais pra viver, não vivem mais. Talvez seja assim, meio natureza mesmo, simples, natural. Mas não dá pra não pensar no que nós estamos fazendo, com eles e com nós mesmos, privando-nos da sua companhia no planeta, da sua companhia nesta nossa viagem pelo espaço cósmico a bordo da nave Terra. Tornando a viagem mais árdua, e a nossa nave um ambiente difícil pra se viver. Sei lá, devemos estar precisando viver tudo isso. Será? Pra chegar a onde mesmo se tudo já está aqui...
Outra matéria é sobre os pinguins, esses nossos amigos de casaca que estão, como outros animais dos pólos, sofrendo com o aquecimento do planeta. Pois bem, os conhecidos como pinguins-adélia, que acho que são uns pequenininhos super-simpáticos, estão desaparecendo da Penísula Antártica porque as rochas onde punham seus ovos agora ficam cobertas pela neve que se precipita em maior quantidade. Então não tem mais como fazer os ninhos. E a outra péssima notícia é sobre os Imperadores, aqueles d'A Marcha dos Pinguins (que não viu este filme, ou não conhece a valentia desses seres, precisa se atualizar!), que desapareceram da região. Uma única colônia que tinha por ali, sumiu. Para onde foram eles? Refugiados ambientais, drama de muitas populações humanas.
Mas hoje quiz mesmo é falar dos animais, que estão vivendo suas vidas e sendo afetados dramaticamente pela nossa. Eles não nos acusam, não apontam seus dedos para nós, não nos xingam, nem ficam por aí se queixando, ressentidos. Não sei muito bem o que eles fazem, ou como designar o que fazem. A vida quer viver, eles vivem. E se não dá mais pra viver, não vivem mais. Talvez seja assim, meio natureza mesmo, simples, natural. Mas não dá pra não pensar no que nós estamos fazendo, com eles e com nós mesmos, privando-nos da sua companhia no planeta, da sua companhia nesta nossa viagem pelo espaço cósmico a bordo da nave Terra. Tornando a viagem mais árdua, e a nossa nave um ambiente difícil pra se viver. Sei lá, devemos estar precisando viver tudo isso. Será? Pra chegar a onde mesmo se tudo já está aqui...
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Arraiá do Alto Santo

Então é isso, pessoal, na semana que vem (6a feira, sábado e domingo) tem arraial do bom lá na madrinha Peregrina!
Já fazem 40 anos que o nosso querido e saudoso Mestre Irineu realizou sua passagem. Foram também 40 anos sem arraial, festança que sempre acontecia nos bons "tempos do Mestre". Hoje, ali onde é o túmulo dele, contam os mais velhos que era justamente o lugar do arraial. Pois é, eis que este ano nossa igualmente querida madrinha resolveu nos presentear, a todos, com a reedição da festa.
Tá a maior correria. Só quem já organizou uma coisa assim pode imaginar, ainda mais porque somos meio novatos, calouros, não participamos dos arraiais antigos e ainda não havíamos organizado um juntos. Um bom trabalho coletivo, um esforço de união, cuidar do que é nosso - não poderia ter sido melhor e maior o presente que a nossa madrinha nos deu.
Os recursos financeiros arrecadados, assim como os do bazar que funcionou nos meses de março e abril, são para reformas necessárias na nossa sede. Pois é, teve uma obra há tão pouco tempo, mas pelo visto não foi tão bem feita como deveria. Coisas de licitação, onde você não escolhe quem você quer que faça a obra. Mas enfim, como tudo está como deve estar, tudo isso está sendo de muita serventia para a nossa convivência como irmandade, e também para receber os amigos e amigas que vierem prestigiar o Arraiá do Alto Santo.
Vai ter de tudo que um arraial tem direito, como quadrilha, bingo, jogos, música e comidas. Adianto que participo de uma equipe que está produzindo uma barraca por nome Orgânica, onde serão oferecidos alimentos e produtos orgânicos, indo do palmito assado, batata-doce assada, frutas diversas, tapioca com recheios diversos, sempre naturais, a sanduíches de pão integral caseiro, água de coco e açaí com granola artesanal. Nossa proposta é que haja também um setor de venda dos produtos, pra quem quiser, digamos assim, fazer a feira! Estamos em contato com diversos produtores orgânicos da cidade e arredores, que estarão colaborando conosco.
Estão, portanto, todos e todas convidados. Ah, sim, o horário, que acabou não saindo no cartaz: a partir das 18 horas. Espero vocês lá!
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